
Atualmente, o que resta é um enorme complexo de ruínas e também alguns templos e construções mais conservadas. E hoje existe uma outra batalha: entre os conservacionistas, tentando proteger o patrimônio arquitetônico; e os habitantes locais, que se assentaram aí, em meio às ruínas.
No final da tarde de 28/12/2009 pegamos em Mapusa (Goa) um ônibus rumo à Hampi. Foi uma longa de cansativa viagem: chegamos em Hampi por volta do meio dia de 29/12.
Passamos a primeira noite em “Hampi Bazaar”, o centro do vilarejo. Porém, no dia seguinte preferimos mudar para o outro lado do rio, em Virupapur Gaddi, que é bem menos movimentado e também mais barato. O lugar é bastante rural, rústico, não há energia elétrica durante metade do dia e, para chegar aí, é preciso cruzar o rio de barco. Mas é um lugar muito gostoso e tranquilo para passar uns bons dias de descanso, comendo uma ótima comida e também aproveitando para conhecer os pontos históricos da região. Assim passamos 12 dias em Hampi...
O Templo Virupaksha, que fica dentro de Hampi Bazaar
Ruínas no Hemakuta Hill, com o Templo Virupaksha ao fundo.
Ruínas no Hemakuta Hill, com o Templo Virupaksha ao fundo.
Mulheres lavando roupa no Rio Tungabhadra
Mulher lavando roupa no rio, em Hampi
Pessoas secando suas roupas ao lado do rio
Lakshmi é o nome desta elefanta que mora no Templo Virupaksha. Todos os dias de manhã cedo ela vai tomar banho no rio. Enquanto ela é lavada, várias pessoas ficam assistindo e dando comida (banana, amendoim, etc.). Após o banho, ela fica no templo, recebendo os visitantes. Quando alguém lhe dá uma moeda, ela pega a moeda com a tromba e dá para seu treinador. E, em seguida, põe a tromba em cima da cabeça da pessoa, abençoando-a.
A elefanta Lakshmi tomando banho no rio
Detalhe de escultura no Templo de Krishna
Colunas, dentro do Templo de Krishna
No Templo de Krishna encontramos diversos grupos de estudantes de cidades vizinhas, que estavam fazendo passeios com suas escolas. Eles (tanto os estudantes, quanto os professores) são sempre muito curiosos: Perguntam nosso nome e nosso país e adoram ser fotografados.
Depois de tirar as fotos, todos queriam apertar nossas mãos
Crianças amontoadas para ver a foto que foi tirada
Disputando para ver quem vai ficar mais na frente na foto
Uhhh!! Tomando cuidado para não piscar o olho
Tanque de água, próximo ao Templo de Krishna
Mulher buscando água no tanque, próximo ao Templo de Krishna
Pimentas secando na porta de uma casa
No dia 02/01 fomos caminhando até Anegundi, outra pequena vila, localizada uns 5km à nordeste de Hampi. Faz parte do mesmo complexo de Hampi, tombado como patrimônio mundial, mas é anterior em termos de habitação humana. Anegundi é referida no texto épico hinduísta Ramayana como Kishkinda, o reino dos deuses macacos.
No caminho, passamos pelo Templo de Hanumam:
No topo deste monte rochoso, chamado Anjanadri Hill, está o Templo de Hanumam.
Este templo bastante simples é dedicado à Hanumam, um deus macaco que era devoto de Rama e que o ajudou na sua missão contra Ravana.
Subindo até o Templo de Hanumam
Vista de cima do Anjanadri Hill
Ovelhas, no caminho para Anegundi
Vendora ambulante em Anegundi, vendendo umas frutinhas que não sabemos o nome, sentada entre as rodas de uma charrete-templo.
O Templo Achyutaraya, que fica um pouco ao oeste de Hampi Bazaar. Passeamos pelas ruínas desse belo templo nos dias 29/12 e 03/01.
Na trilha que leva até o Templo Achyutaraya
Detalhe de escultura no Templo Achyutaraya
Mulher carregando pedras na cabeça, trabalhando numa pequena obra de reforma no Templo Achyutaraya.
Sule Bazaar, que fica ao lado do Templo Achyutaraya, era o antigo centro de comércio da região. Ao fundo, à uns 3km de distância, pode-se ver o Templo de Hanumam no topo do Anjanadri Hill.
No alto do Matanga Hill, com vista para Hampi e Rio Tungabhadra.
No dia 05/01 fomos conhecer o Templo Vittala, o mais bem conservado de Hampi. Este templo foi construído no século XVI.
Templo Vittala possui pilares muito esculpidos e esbeltos, que quando golpeados produzem notas músicais (pilares musicais). Porém, está proíbido golpear os pilares porque está comprometendo a estrutura do templo.
Charrete ornamentada esculpida em rocha no Templo Vittala.
Mulher varrendo no Templo Vittala, com as tradicionais vassouras indianas.
Dia 05/01 caminhamos até o Royal Centre (Centro Real), que está situado à uns 2km de Hampi Bazaar. A foto acima é do Lótus Mahal, que está dentro da enclausurada Zenana (lugar onde viviam as várias mulheres do rei).
Estábulo dos elefantes, que está dentro da Zenana no Royal Centre.
Em frente ao estábulo dos elefantes.
Vista interna do Underground Virupaksha Temple, que está dentro do Royal Centre.
Foto com as crianças (que estavam fazendo uma visita escolar) no Royal Centre.
Besouro no caminho para Anegundi.
No dia 10/01/2010 deixamos Hampi e seguimos viagem rumo à Badami.
Simplesmente lindas suas fotos e ótimo relato. Mais um lugar para minha lista de lugares que vou conhecer. Parabéns!
ResponderExcluirbjooo
Hola, Deise.
ResponderExcluirSoy Sunny, como estas??
Todo bien??
Aun estoy en BCN estudiando...
Acado de leer vuestro blog.
Me parece muy muy fantastico y divertido.
Que envidia!!!
Pues bien, solo quiero saludarte.
Que tenga buen buen viaje
Sunny
Muito legal as fotos e a narrativa.
ResponderExcluirAldeia dos Ritmos-São Goncalo-RJ Brasil
Lindas as fotos! Ótima narrativa!
ResponderExcluirParabens ao casal!
Obrigada também pelas informações. São ótimas dicas para visitar Hampi e as proximidades
Sejam muito felizes, viajem bastante e postem mais fotos com histórias!!!!!
Gomati
Hampi é um lugar fantástico. Adorei tê-lo visitado!
ResponderExcluirObrigado por partilharem!